O Setor Aéreo Entra Na Tempestade Perfeita 1

O Setor Aéreo Entra Na Tempestade Perfeita

A chuva fina que suportava desde há meses, o setor aéreo tem se tornado uma robusto tempestade. A incessante subida do petróleo, o trágico incidente do Boeing 737 e a incógnita de uma competição comercial foram combinado com a enésima guerra de preços do setor, condicionado na operativa das “low-cost”. O pior, não obstante, pode estar por vir: no horizonte do outono vislumbra-se o furacão de um Brexit rigoroso.

Este compêndio de fenômenos começou a calar os resultados das grandes companhias. E é que o setor está suportando a pressão de portas para dentro. A concorrência é feroz e parece não ter trégua na batalha de preços.

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Verdadeiramente, esses não param de descer. De acordo com os detalhes publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) nesta mesma semana, os preços do transporte aéreo de passageiros ampliaram sua queda de 1% no primeiro trimestre, 6 décimos a mais que o tempo anterior. “O setor aéreo está se esforçando pra que os preços permaneçam baixos. Houve uma desaceleração da procura e há fatores que estão pressionando para a indústria.

Porém, ainda desta forma, voar ainda é acessível e os passageiros o valorizam”, explica o diretor geral da easyJet Portugal e Espanha, presidente da Associação de Linhas Aéreas (ASA), Javier Gándara. Por um estágio gracioso para o séctor aéreo que, porém, não se reproduz fora da Europa. “Pela américa Latina não há excessivas problemas, as receitas cresceram mais do que os custos”, garante o especialista da Esade Josep-Francesc Valls. É no Velho Continente, onde “se prevê para este ano um desnível de custos e receitas, entre outras coisas, pela concorrência atroz”, diz Valls.

Esta característico pressão e de um fato adverso levam a sonhar que o “profit warning” da Lufthansa, que teve um choque instantâneo no mercado, se você pode replicar para os próximos meses. Não é o único corpo humano que prevê a revisão dos benefícios. O HSBC foi publicado um relatório nessa mesma semana em que recomenda a se desfazer de ações do IAG e a easyJet, que considera que a sua suspeita de ganhos não se cumprirá. O relatório foi picot pra cotação dessas corporações, que fecharam a semana com fortes perdas. Chove no molhado, em razão de a indústria agora teve que resolver com o parquet, com a ameaça de um Brexit às bravas e os altos e baixos da criação de petróleo no médio Oriente.

“Se reavivaram certos fantasmas dentro de um setor muito competitivo”, explica o professor de operações do IESE Business School de Philip Moscoso, que destaca a incoerência gerada na guerra comercial. “Como ponderou a IATA, o conflito poderá condicionar o negócio de carga; entre 30% e 45%, proveniente da Ásia. Ainda desta maneira, carecemos ter em conta que há poucos anos, o setor perdia dinheiro. Deve colocar esses números em perspectiva”, reconhece.

além dos proveitos, resta visualizar o que vítimas cobra-se a tempestade perfeita que enfrenta o setor. Podem ser companhias aéreas, mas bem como frequências e rotas. “Infelizmente, as falências são uma permanente dentro do setor. Desde que começou o século xx desapareceram trinta corporações aéreas só em Portugal. É possível que nos próximos meses se sentirem mais a grau internacional. O que para as grandes empresas é uma redução do benefício, pra pequenas pode significar a falência”, explica Gándara.