"Can Deglaciation Trigger Earthquakes In N. America? 1

“Can Deglaciation Trigger Earthquakes In N. America?

Uma glaciação é um momento de longa duração no qual baixa a temperatura global, e oferece como consequência uma expansão do gelo continental das calotas polares e das geleiras. As glaciações são subdivididas em períodos glaciais, sendo o glaciação würm o último até nossos dias. Mais coloquialmente, quando se fala dos últimos milhões de anos, se utiliza a “glaciação” pra se referir a períodos mais frios, com grandes calotas pela América do norte e Eurásia: de acordo com esta definição, a era glacial mais recente acabou há 12 000 anos. Este postagem utilizará o termo glaciação no primeiro sentido, o glaciológico; o termo glaciais por períodos mais frios das glaciações; e interglaciares para os períodos mais quentes. A suposição não foi postulada por uma única pessoa.

Entre 1825 e 1833, Charpentier reuniu provas pra apoiar esta idéia. Louis Agassiz de tua hipótese, e Agassiz, publicou em teu livro ” Étude sur les glaciers (“Estudo sobre isto os glaciares”). Segundo Macdougall, Charpentier e Venetz rejeitaram as idéias de Agassiz, que havia ampliado o serviço deles, afirmando que a maioria dos continentes estavam cobertos de gelo, em tempos remotos.

Agassiz apresentou como prova da teoria glaciar um modelo clássico do uniformitarismo. Pela data de Agassiz, o que se estudava eram os períodos glaciais dos últimos centenas de milhares de anos, no decorrer da era atual. Ainda não se suspeitava a vivência de antigas idades glaciais. Existem três tipos principais de efeitos das glaciações que foram utilizadas como provas de tua passada vida: geológicos, químicos e mineralógicos.

isso É, as condições do clima próprio de uma data glacial provocam o aparecimento das fisionomias antes descritas a orografia. As glaciações sucessivas tendem a distorcer e cortar as provas geológicas, fazendo com que sejam difíceis de interpretar. Química. Os testes químicos consistem principalmente de variações na proporção de isótopos em rochas sedimentares, núcleos sedimentares oceânicos e, para os períodos glaciais mais novas, núcleos de gelo (comumente encontrados nas chamadas neves perpétuas). Desde que a água com isótopos mais pesados tem uma temperatura de evaporação mais alta, a quantidade se corta no momento em que as condições são mais frias; isto permitiu a elaboração de um registo de calor. Ainda sendo assim, esses testes são capazes de estar adulteradas por outros fatores que alteram a proporção de isótopos.

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Apesar dos problemas, as análises de núcleos de gelo e sedimentos oceânicos, afirmam certamente a alternância de períodos glaciares e interglaciares no decorrer dos últimos milhões de anos. Bem como confirmam a relação entre as glaciações e fenômenos da crosta continental, como, como por exemplo, as morenas glaciais, os drumlins e os blocos erráticos. Houve pelo menos 4 grandes idades glaciais no passado. Além desses períodos, parece que a Terra a toda a hora esteve livre de gelo, mesmo em suas latitudes mais altas. A glaciação hipotética mais antiga, a Glaciação Huroniana, teve espaço entre 2700 e 2300 milhões de anos, no início do Proterozóico.

A era atual começou há 40 milhões de anos, com a expansão de uma camada de gelo na Antártida. Intensificou-Se no fim do Plioceno, há três milhões de anos, com a extensão de camadas de gelo no hemisfério norte, e continuou durante o Pleistoceno.

Desde desse modo, o universo passou ciclos de glaciação com o avanço e o retrocesso das camadas de gelo durante milhares de anos. O tempo glacial mais recente em significado imenso finalizou há por volta de 10 1 mil anos, o que, dependendo do autor documentado, poderíamos destacar que nos situamos em um período interglaciares.

Existem no entanto outras posturas que esclarecem que estamos em uma era postglacial. Cabe acentuar que a extensão máxima de gelo não se mantém durante todo o tempo. Infelizmente, a ação erosiva de cada glaciação tende a suprimir quase totalmente a maioria das provas de camadas de gelo anteriores, todavia em regiões em que a camada mais recente não chega à expansão máxima.